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Ficha técnica
Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'
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Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'

Azevinho perene com bagas vermelhas no inverno

Azevinho-mutchagara ‘Nellie R. Stevens’ · Ilex mutchagara ‘Nellie R. Stevens’

Cultivar de azevinho híbrido com porte piramidal denso, folhagem verde escura espinhada e frutificação vermelha abundante. Indicado para sebes altas, ecrãs visuais e enquadramentos perenes em projecto urbano ou periurbano.

  • Copa piramidal densa desde a base, coluna escura e brilhante
  • Folhagem perene verde-escura e lustrosa de margens levemente espinhosas
  • Bagas vermelhas brilhantes que persistem na árvore até Fevereiro
Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'
Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'
Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'
Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens'

Factos-chave

TamanhoMedium
Altura adulta i4–6 m
PorteMulti-tronco
SolMeia sombra, Sol pleno
Ritmo de crescimentoLento
Tipos de soloÁcido, Alcalino, Arenoso, Argiloso
Época de floraçãoMarch – May
Interesse ornamentalFlores
Usos paisagísticosBosque / Naturalista, Plantação costeira

Sobre esta cultivar

Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens' é um híbrido de I. aquifolium e I. cornuta que ocupa em projecto o lugar do azevinho-comum quando o caderno de encargos exige uma sebe perene de altura média a alta com frutificação fiável. Distingue-se do azevinho-comum pela copa mais regular, ramificação basal mais densa e produção de bagas mais constante sem…
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Ilex mutchagara 'Nellie R. Stevens' é um híbrido de I. aquifolium e I. cornuta que ocupa em projecto o lugar do azevinho-comum quando o caderno de encargos exige uma sebe perene de altura média a alta com frutificação fiável. Distingue-se do azevinho-comum pela copa mais regular, ramificação basal mais densa e produção de bagas mais constante sem necessidade de polinizador macho próximo, o que simplifica a especificação em alinhamentos contínuos e maciços de enquadramento.

O porte adulto situa-se entre 4 e 6 m de altura por 2 a 4 m de largura, em silhueta piramidal compacta de crescimento moderado. A folhagem é verde escura brilhante, ovada, com margens ligeiramente espinhosas, formando massa foliar densa que assegura ecrã visual pleno desde os primeiros anos de plantação. As bagas vermelhas, abundantes, instalam-se no final do outono e persistem ao longo do inverno, constituindo critério de especificação em projectos com exigência de interesse cromático invernal.

O comportamento edáfico é amplo: adapta-se a solos ácidos, alcalinos, arenosos e argilosos, desde que bem drenados, condição que importa fixar em caldeira e em talude com risco de encharcamento. Aceita exposição plena a meia-sombra, tolera bem a poluição urbana e o salitre moderado, o que justifica o seu uso em arruamentos e em projectos da orla costeira atlântica e algarvia. Resiste a temperaturas mínimas próximas de -15 °C, cobrindo sem reserva o território continental português.

O sistema radicular não é agressivo para pavimentos, o que o torna compatível com caldeiras de dimensão corrente em arruamento. Comporta-se sem incidentes fitossanitários relevantes em condições portuguesas, dispensando os calendários de tratamento exigidos por Buxus sempervirens sob pressão de Cydalima perspectalis, contexto em que figura cada vez mais como substituto estrutural em sebes formais. A poda de formação tolera-se bem, incluindo intervenções tardias, sem perda de densidade nem comprometimento da frutificação seguinte.

Aconselhamento sobre esta espécie

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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