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Ficha técnica
Salix alba
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Salix alba

Folhagem que cintila em prata junto à água

Salgueiro-branco · Salix alba

Espécie ripícola autóctone para requalificação de linhas de água, galerias ribeirinhas e taludes encharcados, onde o sistema radicular dilatado fixa margens instáveis e o crescimento rápido fecha coberto arbóreo em poucas campanhas vegetativas.

  • Silvered foliage that shimmers in the slightest breeze
  • Soft yellow catkins in early spring before the leaves
  • Fast-growing, giving height and presence within a few seasons
Salix alba
TamanhoExtra Large
Altura adulta i15–25 m
Envergadura adulta10–15 m
FolhagemCaduca
PorteArredondada, Alargada
Tolerância ao calorModerada
Resistência à secaBaixa
SolSol pleno
Zona de rusticidadeZona 2a–9a

Sobre esta espécie

De crescimento rápido e porte médio a grande, atinge 15 a 25 m com copa irregular, por vezes inclinada, e casca cinzento-acastanhada profundamente fissurada com a idade. Em alinhamento ripícola ou em maciço de margem, ocupa o lugar do Fraxinus angustifolia e do choupo-negro, com pegamento mais seguro em solo permanentemente fresco e fecho de coberto mais…
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De crescimento rápido e porte médio a grande, atinge 15 a 25 m com copa irregular, por vezes inclinada, e casca cinzento-acastanhada profundamente fissurada com a idade. Em alinhamento ripícola ou em maciço de margem, ocupa o lugar do Fraxinus angustifolia e do choupo-negro, com pegamento mais seguro em solo permanentemente fresco e fecho de coberto mais rápido na primeira década.

O comportamento no local define-se pela dependência hídrica: a espécie exige solos frescos a encharcados e não prospera sob secura estival prolongada sem rega de apoio. O sistema radicular dilatado capta humidade de uma área extensa, o que a torna decisiva na fixação de taludes e margens instáveis, mas desaconselha a sua aplicação junto a redes técnicas, caldeiras estreitas ou pavimentos, onde as raízes superficiais levantam revestimentos e interferem com drenagens. O seu lugar é a linha de água, a orla de charca, o parque húmido e o talude sazonalmente saturado, contextos em que poucas espécies de porte arbóreo se estabelecem com igual segurança.

Tolera bem o encharcamento sazonal e solos argilosos compactados desde que conserve frescura radicular; em solo arenoso pobre ou calcário seco perde vigor e pede rega de estabelecimento nos primeiros verões. A madeira é leve e quebradiça, sensível a danos por vento, neve ou gelo, pelo que a poda de formação deve estabelecer cedo uma estrutura de pernadas equilibrada e a sua colocação favorece situações abrigadas do vento dominante.

Figura na flora autóctone de Portugal e responde a quotas de espécies nativas em PDM e cadernos de encargos municipais, sem comportamento invasor documentado nas plantações ripícolas do centro e norte. A folhagem lanceolada, verde acinzentada pela pubescência prateada do reverso, vira para amarelo no Outono; os amentilhos amarelos de Março a Abril e os ramos jovens esverdeados sustentam interesse desde o final do Inverno. Cumpre função de sombreamento e de abrigo de vento em parque húmido a partir do quinto ano em situação favorável.

Recursos

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  • Produção própria
  • Exemplares adultos
  • Resposta em 1–2 dias
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