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Arquitetura Paisagista

Arquitetura Paisagista

Projetamos jardins e espaços exteriores a partir da leitura do lugar, das necessidades de quem os vai viver e da vegetação que lhes dará estrutura ao longo do tempo. Do estudo prévio à obra e ao acompanhamento pós-obra, mantemos a continuidade entre a ideia, as decisões de projeto e a sua concretização.

A primeira opção será utilizar o vídeo de projeto já existente, depois de otimizado para:

duração curta e ritmo mais editorial – caso seja possível optimizar o vídeo com qualidade realista e editorial

Caso o vídeo não tenha qualidade suficiente para assumir o hero , será substituído por uma sequência de simulações 3D fotorrealistas , também otimizadas, com transições lentas e discretas.

Declaração de posicionamento

O projeto começa antes do desenho.

Começa por ouvir quem vai viver o espaço e perceber de que forma pretende utilizá-lo. Continua na leitura do terreno, da luz, da água, das vistas, da arquitetura e da vegetação existente.

Só depois surge o desenho: uma resposta construída a partir das pessoas, do lugar e da forma como ambos irão evoluir ao longo do tempo.

Um jardim não é apenas uma composição de plantas. É uma forma de viver o exterior.

Bloco essencialmente tipográfico, com bastante espaço em branco.

Pode ser acompanhado por um grafismo vetorial muito simples que represente a relação entre três elementos:

Pessoas → Lugar → Paisagem

O grafismo deve funcionar como elemento editorial e não como diagrama técnico.

O nosso processo

Do primeiro encontro ao jardim instalado

Cada projeto segue uma sequência clara, adaptada à escala do espaço, às necessidades do cliente e ao grau de acompanhamento pretendido.

A cronologia será construída através de texto, numeração e grafismos vetoriais. Não terá fotografias ou imagens explicativas associadas a cada fase.

Na visualização inicial aparecem apenas:

número;

título;

subtítulo;

pequeno símbolo vetorial.

O conteúdo completo abre abaixo de cada etapa.

01 — Conhecer quem vai viver o espaço

O projeto começa nas pessoas.

Procuramos compreender os gostos, as rotinas, os usos pretendidos e a relação que o cliente deseja estabelecer com o exterior.

Falamos sobre a forma como o espaço será vivido: convívio, descanso, contemplação, refeições, circulação, brincadeira, produção, privacidade ou contacto com a natureza.

Analisamos também as expectativas em relação à manutenção, à sazonalidade, ao nível de envolvimento desejado e à evolução futura do jardim.

Não começamos por escolher plantas ou materiais. Começamos por perceber o que o espaço deverá permitir, transmitir e transformar.

Grafismo vetorial

Uma composição simples de círculos ou palavras-chave ligadas ao centro:

Usos · Rotinas · Gostos · Privacidade · Manutenção · Futuro

02 — Ler o lugar

Cada espaço tem uma lógica própria.

Estudamos o terreno antes de desenhar sobre ele.

A leitura pode considerar:

topografia e cotas;

orientação solar;

exposição ao vento;

solo e drenagem;

presença e circulação da água;

acessos;

vistas a preservar ou controlar;

relação com a arquitetura;

vegetação existente;

infraestruturas e condicionantes;

áreas de permanência e circulação.

O espaço não é tratado como uma folha em branco. As suas características, limitações e oportunidades orientam as decisões de projeto.

Grafismo vetorial

Representação abstrata de uma planta topográfica com linhas de nível, orientação solar, direção do vento, água e principais eixos visuais.

03 — Construir o conceito

Transformamos necessidades e possibilidades numa direção clara.

No estudo prévio definimos a organização geral do espaço, os usos, as circulações, as relações entre interior e exterior e a estrutura vegetal que dará escala e identidade ao projeto.

Esta fase pode incluir:

conceito paisagístico;

programa e zonamento;

organização dos percursos;

implantação das principais áreas;

moodboard;

paleta de cores;

texturas;

materiais;

referências vegetais;

seleção preliminar de espécies;

simulações 3D fotorrealistas ;

primeira estimativa orçamental da obra.

A estimativa inicial permite enquadrar o projeto nas expectativas de investimento do cliente desde as primeiras decisões. Assim, o desenho, os materiais, a vegetação e o nível de intervenção podem evoluir de forma coerente com o orçamento disponível.

A comunicação do conceito mantém a seguinte progressão:

Esboço → Moodboard → Modelo 3D → Imagem fotorrealista

Esta sequência permite passar de uma ideia inicial para uma compreensão progressivamente mais completa do ambiente, da escala e da experiência futura do espaço.

Grafismo vetorial

Uma linha contínua com cinco momentos:

Esboço → Moodboard → 3D → Imagem

Cada etapa pode ser representada por um símbolo linear muito simples, sem utilização das imagens reais nesta cronologia.

04 — Desenvolver o projeto de execução

Do conceito às decisões necessárias para construir.

Depois de validado o estudo prévio, desenvolvemos as peças escritas e desenhadas que permitem definir, compatibilizar, quantificar e executar o espaço exterior.

Conforme a dimensão e o âmbito do projeto, esta fase pode incluir:

plano geral

modelação do terreno e cotas;

plano de plantação;

projeto de rega;

projeto de iluminação exterior;

definição de pavimentos e materiais;

detalhes construtivos;

mobiliário e equipamentos exteriores;

memória descritiva;

medições e quantidades;

especificações técnicas;

peças necessárias ao licenciamento, quando aplicável.

Durante o projeto de execução, desenvolvemos e alinhamos a proposta orçamental da obra com as expectativas do cliente.

As opções de construção, materiais, sistemas e vegetação são avaliadas em conjunto, permitindo ajustar a proposta sem perder a intenção central do projeto.

O projeto de execução transforma uma visão aprovada numa base clara para:

consultar e contratar;

compatibilizar especialidades;

planear a obra;

definir custos;

controlar a execução.

Grafismo vetorial

Sobreposição progressiva de camadas técnicas:

Implantação → Construção → Plantação → Rega → Iluminação → Orçamento

05 — Licenciar, compatibilizar e preparar

Resolver antes da entrada em obra.

Quando necessário, desenvolvemos ou articulamos as peças da componente exterior que integram o processo de licenciamento , e executamos processos de licenciamento.

Antes do início da execução, verificamos a compatibilidade entre:

arquitetura;

estruturas e infraestruturas;

drenagem;

rega;

iluminação;

acessos;

pavimentos;

vegetação;

condições reais do terreno.

A preparação inclui também o planeamento dos trabalhos, a organização das diferentes especialidades e a definição da sequência mais adequada de execução.

Este trabalho reduz indefinições, conflitos e alterações durante a obra.

Grafismo vetorial

Várias linhas independentes convergem num único ponto:

Projeto compatibilizado e preparado para obra

06 — Gerir e acompanhar a obra

Quem projetou mantém-se presente quando o espaço começa a ganhar forma.

Quando a execução é entregue à equipa de Paisagismo da Diaplant, o arquiteto paisagista responsável pelo projeto mantém a gestão e o acompanhamento da obra.

É o mesmo profissional que:

conheceu o cliente;

interpretou o lugar;

desenvolveu o conceito;

tomou as principais decisões de projeto;

esclarece e ajusta essas decisões durante a construção;

acompanha a seleção e a implantação da vegetação;

mantém o contacto com o cliente ao longo da obra.

Esta continuidade evita que a intenção do projeto se perca na passagem entre desenho e execução.

Permite também responder às condições encontradas em obra, sem transformar cada ajuste numa interpretação feita por uma equipa que desconhece a origem das decisões.

O arquiteto paisagista que projeta é o mesmo que gere e acompanha a obra.

Grafismo vetorial

Uma única linha atravessa todas as etapas:

Cliente → Conceito → Projeto → Obra

A linha deverá manter sempre o mesmo traço, representando a continuidade do projetista.

07 — Entregar e acompanhar

A obra termina. A evolução do jardim começa.

No momento da entrega, transmitimos ao cliente ou ao responsável pela manutenção o conhecimento necessário para compreender o espaço e acompanhar a evolução da vegetação.

Este acompanhamento pode incluir:

manual de manutenção com programação de rega, calendário de podas e fertilização;

transmissão de conhecimento ao responsável pela manutenção;

visitas e contactos no período inicial;

acompanhamento da adaptação da vegetação.

Quando contratad a , a Diaplant pode também assumir a manutenção integral do espaço.

Nos projetos executados pela nossa equipa de Paisagismo, o projetista mantém a ligação ao jardim durante o período inicial e acompanha a implementação do plano de manutenção definido para o espaço.

Grafismo vetorial

A linha do projeto não termina na entrega. Continua através de um ciclo simples:

Plantação → Adaptação → Manutenção → Evolução

A cronologia será maioritariamente tipográfica e terá apenas grafismos vetoriais de apoio.

Elementos visuais

numeração de grande dimensão;

linha de progressão animada com o scroll ;

símbolos lineares para cada etapa;

diagramas simples;

palavras-chave;

pequenas transições vetoriais;

ausência de fotografias ou vídeos de fundo.

Comportamento

No desktop, a cronologia pode avançar horizontalmente ou através de uma progressão controlada pelo scroll .

No mobile, passa para uma organização vertical.

O texto integral deve estar presente no HTML, mesmo quando surge dentro de painéis expansíveis.

4 Consultoria vegetal e técnica

Apoiamos projetos desenvolvidos por arquitetos, arquitetos paisagistas, designers, engenheiros e outros gabinetes, sem assumir necessariamente a autoria ou a execução global do projeto.

A Diaplant dispõe de um geneticista vegetal especializado no aconselhamento de espécies arbóreas e arbustivas.

A consultoria pode apoiar:

seleção de espécies e cultivares;

resposta funcional e estética;

compatibilidade com o solo e o clima;

exposição e disponibilidade hídrica;

validação técnica da solução vegetal.

Podemos participar apenas nesta etapa, receber a equipa de projeto no viveiro, fornecer as plantas ou acompanhar a plantação.

A consultoria acrescenta conhecimento vegetal ao projeto, respeitando a autoria e o papel dos profissionais que o desenvolveram.

CTA: Pedir apoio técnico

Projetar com o viveiro ao lado

Não escolhemos apenas espécies. Podemos escolher exemplares.

O gabinete de arquitetura paisagista está integrado no viveiro da Diaplant. Isso permite relacionar o desenho com plantas reais, disponíveis em diferentes formas, portes e graus de maturidade.

Podemos sair do gabinete, percorrer os campos e comparar:

arquitetura da copa;

expressão do tronco;

orientação;

escala;

sombra;

maturidade;

comportamento sazonal;

disponibilidade real;

adequação à função prevista.

Em vez de especificar apenas uma espécie de forma genérica, podemos procurar o lote ou o exemplar com as características mais adequadas ao lugar e à intenção do projeto.

Esta proximidade não limita o desenho à produção existente. Quando são necessárias outras espécies, cultivares ou formatos, a equipa de compras e consultoria vegetal procura soluções junto de produtores especializados.

Quando faz sentido, não projetamos apenas a espécie. Escolhemos o exemplar.

Grafismo vetorial com uma sequência contínua:

Espécie especificada → Exemplar selecionado → Posição definida → Jardim instalado

Pode usar o contorno simplificado da mesma árvore ao longo das quatro etapas, sem fotografias explicativas.

Galeria de projetos

Ideias, ambientes e espaços em desenvolvimento

Uma galeria simples, editorial e sem organização rígida por fases ou por projeto.

Deverá combinar:

simulações 3D fotorrealistas ;

imagens de conceito;

pormenores de projeto;

espaços em obra;

jardins e espaços exteriores já instalados;

pequenos vídeos, quando disponíveis.

Cada imagem ou vídeo deverá ter uma legenda curta que identifique o tipo de projeto ou intervenção.

Exemplos de legenda

Jardim residencial — Amarante

Requalificação de quinta — Douro Verde

Espaço exterior de unidade empresarial

Projeto de arborização

Jardim com piscina naturalizada

Área de lazer e refeições exterior

Estudo paisagístico para empreendimento

Simulação 3D de jardim residencial

Espaço institucional

Projeto de vegetação e integração paisagística

As legendas devem ser discretas e informativas, sem textos longos.

imagem principal de maior dimensão;

sequência editorial livre;

alternância de formatos verticais e horizontais;

pequenos vídeos integrados;

navegação manual;

sem categorias ou filtros nesta fase;

sem estrutura formal de portefólio;

carregamento progressivo;

possibilidade de ampliar o conteúdo.

Acer campestre — specimen
Da nossa coleçãoAcer campestre

CTA final

Comecemos por perceber o lugar.

Conte-nos como pretende viver o exterior, o que já existe e em que fase se encontra o projeto. A partir daí, definimos o tipo de intervenção, o nível de desenvolvimento e o grau de acompanhamento mais adequados.